Allow me to impose on you
Ela acordou para ver a cama vazia, e o quarto que parecia dizer-lhe adeus, um dilema de horrores e premonições, como se ela tivesse visto o seu destinho numa faca de talhante. O seu marido devia estar à solta, devia estar a escrever coisas paridisíacas a tinta vermelha nas paredes daquelas famílias que gritavam de alegria quando um Loverman as vinha decapitar ou dar-lhes alguma alegria.
O frio da cama vazia fê-la levantar e dar uma volta, tentando não pensar que tinha de morrer um dia, pregada a uma porta, ou talvez decapitada numa cerca, tal como tinha sonhado. Que raio de sonhos para se ter. Um silêncio cruel reinava na casa, até que chegou ao quarto da sua pequena filha, e um som reconfortante de uma respiração jovem lhe encheu os olhos verdes. A sua bela boca, ainda muito jovem para servir de casota para piças de velhos peludos, deitava uma baba estranha, meia brilhante. Parecia a lata e gasolina que Loverman tanto idolatrava, mas era mais digamos, masculina.
That I'm a wicked young lady, but I've trying hard lately
O fuck it! I'm a monster! I admit it!
Aessya aproximou-se da filha, fez-lhe uma festa na cabeça, e passou-lhe a mão pela bela boca. A suposta baba tinha um cheiro estranho, um aroma fétido a reprodução e morte, a deficientes e velhos irritados, a polícias que ditam a morte de homens já amaldiçoados à muito. Um traço de esperma, Aessya entrou em pânico total e correu para a casa de banho, expulsar o que famosas notas verdes tinham pago. Era malévolo, era dourado, era o nascer do sol, era o que todos queriam, morte de uma Lua, um olho de um Deus qualquer que gritava pela mãe.
You must have heard about the Curse of Millhaven

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